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Pacientes confiam sua saúde à Internet

Primeros resultados do "Informe Doctoralia sobre Saúde e Internet 2014"

Volta para Doctoralia Insights

Como se comportam os usuários da Internet com respeito aos temas relacionados com a saúde? Que peso está adquirindo a Rede como fonte de informação sobre questões relacionadas com a saúde e bem-estar? Há distinção entre os diferentes países e entre os gêneros?

Estas são algumas das perguntas que o “Informe Doctoralia sobre Saúde e Internet 2014” procura responder através de um estudo realizado, simultaneamente, durante o mês de Dezembro de 2014, na Espanha, Itália, França, Brasil, Chile, México, Colômbia e Argentina.

A pesquisa foi conduzida por Doctoralia e dirigida pelo Dr. Francisco Lupiáñez-Villanueva, sócio diretor da Open Evidence, spin-off da Universidade Aberta da Catalunha, e teve uma amostra de mais de 4.000 entrevistas a nível mundial.

Em um ambiente de crescente utilização da Internet para consultas ou atividades sobre saúde, este estudo permite mensurar este novo cenário e estabelecer uma comparação entre os diferentes países participantes. Destes primeiros resultados são extraídas as principais conclusões, como segue:

  • 1 CADA 4 USUÁRIOS DA INTERNET PROCURAM DIARIAMENTE INFORMAÇÕES SOBRE SAÚDE ONLINE

Os resultados do estudo revelam como, em média, nos países incluídos no estudo, 25% dos usuários que realizam buscas de informação sobre saúde na Internet o fazem diariamente. Este valor revela a importância que a Rede está adquirindo para o público em geral como um canal para acessar este tipo de informação e também como o setor da saúde tem se adaptado a estas novas plataformas, tornando-as acessíveis a todos em conteúdos relacionados com a saúde .PT_Graf_Doctoralia-3 (1)

 

  • OS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA LIDERAM AS BUSCAS DE SAÚDE ONLINE E OS EUROPEUS A UTILIZAÇÃO DE APLICATIVOS MÓVEIS RELACIONADOS COM A SAÚDE:
"Durante este ano se tem visto um crescimento surpreendente dos aplicativos relacionados com a saúde e o bem estar físico, estima-se que hoje existam cerca de 100.000 apps móveis relacionados com estas áreas, numero que foi duplicado nos últimos anos" afirma o Dr. Llordachs, co-fundador de Doctoralia.

O uso de aplicativos de saúde para celular ou tablet também se espalhou a tal ponto que, em média, 1 em cada 3 usuários dos países nos quais se realizou o estudo afirma ter baixado um aplicativo ou software para realizar um monitoramento ou controle de sua saúde, estilo de vida ou bem-estar.

Geograficamente cabe salientar que os países latino-americanos são os mais interessados ​​em saúde online: O Chile, lidera essa lista, com 34% dos usuários realizando pesquisas de informação sobre saúde diariamente, seguido pela Colômbia (32%), Argentina (27 %), México (24%) e Brasil (22%). A Itália é o único país europeu que está localizado no nível dos anteriores, chegando a 29% dos usuários.

Frente aos dados citados acima, destaca-se como os países europeus preferem o uso de aplicativos móveis de saúde antes das buscas online. Em particular, Itália e França destacam-se acima dos demais, com 45% e 38%, respectivamente, de usuários de tais aplicativos, embora a Espanha também esteja situada nas proximidades (32%).PT_Graf_Doctoralia-5

 

  • INFORMAÇÃO, EXERCÍCIO E FITNESS, CONTROLE DE MEDICAMENTOS E CONSULTAS MÉDICAS: OS APPS DE SAÚDE ABRANGEM TODOS OS CAMPOS E SEU USO JÁ É GLOBAL.

Entre os quatro tipos de aplicativos móveis de saúde consultados, os que fornecem informações são os mais acessados (3 de 4 de cada usuários de Apps de saúde os utilizam), seguidos pelos de exercício e fitness (64% dos usuários), controle de medicação (59%) e consultas médicas (43%).

Na verdade, durante este ano se tem visto um crescimento surpreendente dos aplicativos relacionados com a saúde e o bem estar físico, estima-se que hoje existam cerca de 100.000 apps móveis relacionados com estas áreas.PT_Graf_Doctoralia-7

 

  • OS HOMENS LIDERAM O USO DE DISPOSITIVOS INTELIGENTES

Em todos os países analisados ​​se observa como os homens são o que fazem maior uso de dispositivos portáteis para o controle da saúde ou para um estilo de vida saudável, ​​como relógios ou pulseiras.PT_Graf_Doctoralia-1

 

Estes novos dispositivos ou” wearables “estão adquirindo usos distintos por homens e mulheres: os homens tendem a vê-los mais como um jogo, um entretenimento, enquanto que para muitas mulheres seu uso é mais funcional com base em um segmento de seu estado físico. Elas também parecem ser mais motivadas pela competição com outros usuários que estes dispositivos permitem e incentivam a nível online “, afirma o Dr. Llordachs, co-fundador da Doctoralia.

Em termos geográficos a Itália é o país com mais usuários destes dispositivos, com 10% a mais de homens do que de mulheres fazendo uso deles, apesar de que o país com a maior diferença de uso entre os sexos é o Chile: 1 em cada 5 homens controlam sua saúde através de dispositivos portáteis, enquanto que apenas 1 em cada 20 mulheres fazem isso.

Também é importante observar a expansão no uso destes dispositivos em todos os países pesquisados: mais de 14% dos entrevistados em cada um destes países afirmam que usam essas ferramentas de medição.